Boa Noite! Está no ar o Gerais Notícias News trazendo as principais notícias do Mundo, começaremos hoje com um caso bastante raro, veja a matéria na integra!

Juliana Wetmore a menina que nasceu sem rosto

Juliana, antes da operação de reconstrução

Juliana Wetmore sofre de uma rara malformação genética.
Juliana é uma menina norte-americana de apenas sete anos de idade, e ela nasceu sem o rosto.

 A deformidade foi detectada cedo na gravidez de Juliana, mas os médicos acreditavam que se tratava apenas de um palato fendido. Nenhuma diagnose posterior foi feita. Apesar da severidade de sua condição os pais de Juliana não iam considerar um aborto. A mãe de Juliana, Tami, quase sangrou até a morte no processo de parto. Quando seu pai viu Juliana ele chorou. Ele ainda chora ao falar dela.



Salvem-me do mundo e salvem o mundo de mim, suas fotos parecem dizer. Poupem minha família do sofrimento. Poupem os medicamentos e cirurgias para aqueles que podem viver normalmente. Alguns devem morrer para que outros não sofram desnecessariamente. Eu penso que Juliana Wetmore vive para que o mundo sofra com ela.


...E depois da operação

No entanto, seu caso é um dos mais extremos do mundo. Agora com sete anos e depois de mais de 40 operações para reconstruir o rosto, está aprendendo a respirar, a ver, a escutar, a comer e a falar de modo normal.

Bustamante tinha 15 anos quando cometeu o crime

A adolescente norte-americana Alyssa Bustamante, de 18 anos, que confessou ter estrangulado, cortado a garganta e esfaqueado a vizinha de 9 anos porque “queria saber como se sentiria matando alguém”, foi condenada nesta quarta-feira (8) à prisão perpétua com possibilidade de liberdade condicional nos Estados Unidos. O crime aconteceu na cidade de Jefferson City, no estado do Missouri, em outubro de 2009. 


À época do crime, Bustamante tinha 15 anos e descreveu a experiência de matar Elizabeth Olten como “muito agradável”. “Eu a estrangulei, cortei a gargante e a esfaqueei, então agora ela está morta”, escreveu Bustamante em seu diário. “Eu não sei como estou me sentindo. Foi incrível. Logo que passa a sensação de ‘oh, meu Deus, eu não posso fazer isso’, é realmente prazeroso. Agora estou tipo nervosa e tremendo. Tenho que ir para a igreja agora... (risos)”.

Os advogados de Bustamante alegaram que a adolescente sofria de depressão há anos e que o uso do antidepressivo Prozac a deixou mais propensa à violência. Eles ainda alegaram que ela teria tentado suicídio por overdose de analgésicos. No entanto, os promotores afirmaram que Bustamente teria premeditado o crime, já que ela cavou duas sepulturas com vários dias de antecedência. A jovem enterrou o corpo de Elizabeth em uma cova rasa,  sob um monte de folhas em uma floresta perto do seu bairro.

Momentos antes da sentença ser decretada, Bustamante levantou-se da cadeira e virou-se para a família de Elizabeth. “Eu sei que palavras nunca vão ser suficientes e nunca vão conseguir descrever exatamente quanto me sinto horrível por tudo isso”, disse a adolescente diante dos pais e irmãos de Elizabeth. “Se eu pudesse dar minha vida para ter ela de volta, eu daria. Desculpa”, completou.

A mãe da vítima, Patty Preiss, que no primeiro dia de julgamento classificou Bustamante de “monstro”, ouviu o pedido de desculpas em silêncio. 

É a vida é assim, obrigado pela sua audiência e até amanhã, boa noite, mais notícias a qualquer momento.

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