Boa Tarde começa agora mais um “Você Sabia?” hoje temos muitos assuntos interessantes para comentar, queria aproveitar e agradece aos Leitores que fizeram questão de visitar o blog Gerais Notícias ontem e participar da coluna.
Ontem na estréia da coluna falamos sobre assuntos muito interessantes um deles seria uma coisa que as mulheres não sabem, se o esmalte causa câncer, mais deu para tirar todas as duvidas.
Hoje vamos falar sobre o ciúme o veneno dos relacionamentos, Por que somos curiosos? Como é feita a mortadela? Como ensinar o papagaio a falar, tudo isso vamos ver nesta edição do “Você Sabia?”

Ciúme o veneno dos relacionamentos.

ciumes

Algumas vezes, sem que possamos perceber, cresce no nosso interior, a partir de um ressentimento ou de uma suposta rivalidade, o sentimento de ciúme. Isto oprime a harmonia e a saúde de nossos relacionamentos.


O ciúme é um sentimento que nos faz sentir incomodados com certas situações que anteriormente eram insignificantes, como, por exemplo, a atenção de um namorado para com a namorada, a beleza de uma amizade, o cuidado de um pai para com um filho, o sucesso profissional de um colega ou o reconhecimento de suas habilidades em determinada função, etc.
Uma insatisfação, aparentemente sem motivos, toma conta da pessoa que acredita, ainda que não seja verdade, estar perdendo a atenção e o carinho. Supõe não ter as mesmas chances que seu irmão, parente ou colega.
Quando o ciúme toca os relacionamentos, qualquer coisa poderá ser motivo para alimentar um espírito de competição e de disputa. Com isso, a pessoa que era dócil, compreensiva e companheira, torna-se áspera, agressiva nas respostas e pouco solícita. Isto, certamente poderá destruir uma convivência que anteriormente era saudável. Entretanto, se questionada, essa pessoa prontamente justificará seu comportamento com outras respostas. Dificilmente admitirá sentimento de ciúme.


O amor verdadeiro traz a cumplicidade e o compromisso pela felicidade mútua.
Ainda que possamos sentir, em alguns momentos, uma pequena dose de ciúmes, é necessário aprender a lidar com as nossas inseguranças. À medida que vamos conquistando a autoconfiança, o respeito pelo espaço do outro, estaremos também cultivando a saúde dos nossos relacionamentos.
Todo aquele que se dispõe a amar e a viver um bom relacionamento, zela pelos cuidados necessários para a sadia convivência com a pessoa amada. E isso não faz do outro objeto de sua pertença. Por mais que amemos a pessoa ao nosso lado, não temos o direito de posse da sua liberdade.

Aprenda agora a como ensinar ensinar o seu papagaio a falar.



Como ensinar seu papagaio a falar


Donos de papagaios são capazes de ter uma relação única com seus bichos de estimação devido à capacidade de um papagaio de se comunicar. É uma relação de confiança e dedicação para praticar, mas esses passos simples vão ajudar em sua jornada para um bate-papo!
  1. Encontre a pessoa mais comunicativa na casa (provavelmente não o seu marido). Mas é verdade, papagaios aprendem a falar melhor quando são treinados por uma pessoa que tenha tempo para desenvolver uma relação de confiança com eles.
  2. Banhe-os em conversa. Coloque seu papagaio em uma área da casa onde várias pessoas se reúnem e ocorrem várias conversas. Deixe seu papagaio entrar no bate-papo de adapte-o a seus novos ambientes antes de começar a treiná-lo oficialmente.
  3. Remova qualquer fonte de distração quando começar a treinar a sério. Peça que outros membros da família e animais deixem a sala quando começar as lições.
  4. Escolha uma hora do dia que permaneça constante. Papagaios são geralmente mais conversativos durante a manhã e a noite, essas são as melhores horas do dia para o seu "bate-papo".
  5. Gaste entre 15-20 minutos repetindo uma palavra de uma ou duas sílabas, relacionando-as a um objeto ou a uma ação específica. Por exemplo, você pode dizer 'olá' e acenar, ou dizer amendoim e mostrá-lo (ou alimentá-lo) a cada vez que disser.
  6. Não seja mesquinho com recompensas. Quando seu papagaio te imitar, esteja pronto para recompensá-lo com um petisco que ele goste. Papagaios (assim como a maioria de nós) são motivados por comida e farão uma associação mais rapidamente.
Repita essa prática frequentemente e regularmente!

Se você achar que não tem tempo para aprimorar o vocabulário de seu papagaio praticando essa rotina diariamente, você pode recorrer a uma mensagem gravada em fita. Só tenha em mente que não será tão significativo, pois seu papagaio não fará a conexão com a ação ou objeto que está sendo falado. Ele pode também ficar entediado com o gravador, afinal isso não é um substituto adequado para um humano!


Como é feita a mortadela


Boatos dão conta de que a mortadela é feita de carne de cavalo e de restos de animais que não são aproveitados nos frigoríficos. Tudo não passa de boatos, pois na verdade o embutido é fabricado com carne magra de porco, sobras cruas de presunto e de copa e depois recebe uma camada de gordura extraída da papada do porco.
Durante a fabricação, a carne é cortada em pedaços e triturada várias vezes, até que se transforme em uma pasta cremosa. Esse processo dura de 5 a 15 minutos. Na seqüência essa massa é embutida em invólucros naturais ou artificiais, as chamadas "tripas". Por fim, essa pasta recebe pequenos cubos de gordura e é levada ao forno, onde é cozida a vapor.
Finalmente a mortadela recebe uma ducha fria e passa por uma câmara de resfriamento, que a estabiliza.
Apesar disso, os ingredientes da mortadela podem variar. No Brasil, os fabricantes combinam carne suína com carne bovina ou de aves.

COMO ESCOLHER UMA BOA MORTADELA

A cor é o principal atributo de qualidade percebido pelo consumidor na hora de adquirir ou consumir um alimento e no caso da mortadela, a cor pode significar muita coisa, mas principalmente se ela é apropriada para o consumo.
Em produtos de carne, como a mortadela, a cor esverdeada é a principal indicação de perigo, pois indica que o produto sofreu graves alterações de qualidade, alterações que podem ser de ordem físico-química e/ou microbiológica, tornando o produto impróprio para o consumo.

Porque somos curiosos 

Para muita gente, neste mundo, a bem pouco se reduzem nossos impulsos fundamentais. Postos de lado a fome, a sede e o sexo, assim como o mecanismo de reflexo condicionado que nos ensina a evitar as dores, nada mais existiria para explicar, por exemplo, a curiosidade que tanto nos caracteriza, a nós e aos macacos. Por outras palavras, a curiosidade, essa interessante qualidade que nos leva a inspecionar o mundo e a mexer em tudo que nos cerca, não seria um instinto, um impulso que nascesse conosco e fizesse parte de nosso equipamento psíquico, se assim se pode dizer, mas apenas uma consequencia daqueles outros instintos. É evidente que tudo quanto se faça para apurar objetivamente qual das duas correntes, isto é, a que vê na curiosidade um instinto e a que o nega, está com a razão, é do maximo interesse para quem gosta de saber, para quem tenha curiosidade. Pois disso se têm na verdade ocupado, com diligencia, alguns cientistas em dois importantes centros de estudo psicologico dos primatas, o de Wisconsin e o de Yale. Vamos ver algumas dessas experiencias, as quais mostram, aliás que a curiosidade é uma qualidade independente, um instinto à parte. Antes assim, porque essa história de nos reduzirem à fome, sede e sexo é sempre aborrecida…
Desmontando trincos
A experiência do trinco é muito simples. Colocam-se os macacos diante de um complicado trinco, que para ser aberto exige a remoção de umas tantas peças, em determinada ordem: primeiro um pino, depois um gancho e finalmente uma alça. Posto diante desse problema, o macaco passa longas horas abrindo o trinco, sem erro, desde que o aprenda. Pode-se aos poucos complicar o trinco que os macacos não se apertam. Rapidamente dominam o segredo e passam a repetir a magica com pequena margem de erro. Essas experiencias foram feitas por Harlow, de Wisconsin, e demonstram que os macacos são capazes de resolver problemas de ordem mecanica. E pensam os leitores que, quando acertavam, recebiam eles, qualquer recompensa alimentar? Nada disso! Se a recebessem, não se estaria experimentando a curiosidade, mas apenas ligando o trabalho ao interesse alimentar. Era fundamental, pois, assegurar que os animais nada recebessem como paga pelo exercicio certo. O proprio exercicio, com o problema nele encerrado, deveria servir de estimulo. E que tal estimulo, isto é, a curiosidade pura e simples funciona, ressaltou claro.
Os parafusos coloridos
Outra experiencia consiste em apresentar ao macaco um quadro de madeira com diversas argolas, algumas pintadas de uma cor, e duas de outra cor (digamos, aquelas azuis e estas vermelhas). Acontece que as argolas azuis são fixas, não podem ser extraidas do quadro, ao passo que as vermelhas não passam de cabeças de parafusos, que podem ser desenroscadas. Colocados em frente do quadro, os macacos logo descobrem que as argolas vermelhas podem ser retiradas e a elas, exclusivamente, passam a dirigir sua atenção. Embora, como no caso anterior, não recebam recompensa alguma quando acertam, aprendem a acertar pelo simples prazer de poder retirar os parafusos e com eles brincar, brinquedo que não é outra coisa senão examiná-los de todo jeito.
Existe a curiosidade
Existe, pois, uma instintiva curiosidade, capaz de orientar as ações dos macacos. E a oportunidade pura e simples de mexer nas coisas representa, para os macacos, um premio capaz de, como o alimento tantas vezes usado nas experiencias desse tipo, motivar a aprendizagem. Entendido? Pois passemos adiante, que a historia é mais interessante. Por meio de novas experiencias, um especialista do Yerkes Laboratory demonstrou que os macacos preferem os objetos moveis aos fixos, e os que fazem ruido, ou acendem luzes, aos que se mostram mudos ou apagados. Assim, diante de uma serie de objetos, alguns dos quais emitem som quando tocados e outros não, os macacos logo aprendem a reconhecer os primeiros e a eles, quase exclusivamente, se dirigem.
Até onde chega a curiosidade
Robert A. Butler, de quem tomamos estas notas, e que trabalha em Wisconsin, relata uma situação curiosa, para mostrar que a curiosidade simia é do mesmo grau que a humana. Um macaco tinha sido posto a trabalhar numa cela ao lado daquela em que ficava Butler, mas de modo que nem o animal visse o homem e nem este o macaco. Roido de curiosidade para ver o que fazia o macaco, Butler fez, muito cuidadosamente, um quase imperceptível buraco na parede. E quando chegou o olho ao buraco, lá encontrou o do macaco! Complicou então o dispositivo de espionagem, por meio de um espelhinho que, indiretamente, lhe permitisse observar o animal. Pois este largou tudo o que fazia para espiar Butler pelo mesmo espelhinho. Oh, macacos, oh, homens! Essa experiencia sugeriu a Butler uma outra, mais complexa e que lhe desse oportunidade de avaliar até onde ia a curiosidade do macaco. Este era colocado dentro de uma cela na qual havia duas portas, que abriam para o laboratorio. Através delas o macaco podia ver os homens trabalhando no laboratorio. E não era dificil adivinhar que o espetaculo era muito interessante para o macaco. Pois bem, as duas portas não eram propriamente iguais, pois uma era marcada com um cartão amarelo, e passava a ficar trancada durante a experiencia e outra era marcada com cartão azul, ficando aberta. Entre a porta e o macaco podia o experimentador fazer descer uma cortina, impedindo que o macaco visse a cena ou o que quer que fosse. Depois de umas tantas tentativas o macaco aprendia qual a porta que se abria para o laboratorio e qual a que permanecia fechada, e naturalmente só se dirigia para a primeira. Quando acertava a porta, o experimentador deixava que ele passasse algum tempo espiando o laboratorio, e depois corria a cortina. Quando errava, a cortina era imediatamente corrida. Pois bem, o macaco sujeitava-se por um numero verdadeiramente enorme de horas a fio a esses exercicios, colhendo como premio apenas a possibilidade de espiar o laboratorio.
Os dados colhidos na experiencia acima, repetidas inumeras vezes por muitos dias seguidos, não deixaram duvida quanto a curiosidade dos macacos. Eles gostam mesmo de observar as coisas, e na curiosidade encontram estimulo para aprender.
Assista a pegadinha de João Kleber, O Curioso, suposto suicida.



Bom, esses foram os assuntos de hoje na coluna "Você Sabia?" obrigado pela audiência de todos amanhã não perca mais um "Você Sabia?" uma boa tarde á todos. 

Hoje ás 21:00hs não perca o filme " Dupla Enrascada"