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Papo de Homem: Meu pai traiu minha mãe e o trato mal por isso
26.1.15
Postado por Unknown

"Olá, FredTenho dezenove anos, sou uma ótima pessoa com estranhos mas trato mal meus familiares.Gostaria de focar em meu pai e meus irmãos, pois minhã mãe é a única que tenho uma relação tranquila.Nesses anos, fiquei indiferente com meu pai, não sei se foi por ele ter traído minha mãe ou pela preocupação excessiva que ele tem comigo, mas não consigo nem olhar nos olhos dele.Ele fica me vigiando pela casa, liga toda hora quando estou fora, dependo do dinheiro dele e isso frustra demais, pois parece que ele não confia em mim.Com minha mãe é diferente, em dezenove anos eu nunca cheguei em casa bêbado, me envolvi com drogas ou coisas do gênero, nunca dei motivo pra desconfiança. Minha mãe faz o contrário do meu pai, parece que ela confia em mim e ele não. Sinto como se ela entendesse que preciso sair da zona de conforto e ele ainda não aceitou isso. Meus pais ainda estão juntos, minha mãe trabalha com ele agora e eles vão bem.Tenho três irmãos, um mais velho com quem quase nunca converso, um mais novo que sempre tratei mal, e uma irmã novinha. Não entendo por que não somos irmãos unidos mas tenho certeza que os amo e faria tudo por eles. Família em primeiro lugar.Porém, ser grosso é algo automático, e é apenas com eles, até o tom de voz na hora de perguntar. 'Você pegou o meu chinelo?' soa de maneira nociva. Me sinto horrível quando faço isso mas quando tento não o fazer, é como tentar apagar a luz de um quarto sem interruptor.Tenho certeza que os amo, mas não os trato bem. Ser um tipo de pessoa com amigos e outra bem diferente com familiares.Obrigado,Jazz"
Olá, meu caro Jazz.
Seu comportamento é mais comum do que imagina. Se colocássemos uma câmera do tipo Big Brother na casa das pessoas veríamos coisas bizarras, mal-tratos de todos os tipos, dos emocionais aos físicos. No seu caso é seu pai, mas curiosamente, na maior parte das vezes, o alvo costuma ser a mãe, aquela que de modo geral é venerada em datas festivas.
São dois os motivos por trás desse comportamento.
Mágoas acumuladas
Nossas expectativas sobre as pessoas que amamos é muito curiosa – em especial sobre os nossos pais. Queremos que elas sejam perfeitas, recíprocas, justas e na medida de nossas necessidades imediatas.
De modo geral, mal sabemos o que desejar dos outros e muito menos reconhecer se estamos saciados ou não. Além disso, parece haver um resíduo de insuficiência que não nos abandona mesmo quando o ciclo de realizações da vida cumpre o seu papel. Em resumo, somos grandes insatisfeitos, com uma tendência a esperar que nossa vida tivesse sido repleta de alegrias inesgotáveis.
Esperamos infalibilidade de pessoas que por acaso se uniram, tiveram filhos e se chamam pais. Seus pais, como todos, agem em função de impulsos tão básicos e irresistíveis à eles, podem ser incríveis e terríveis como qualquer um. Amaram de mais ou de menos, invadiram de mais ou de menos, com certeza perderam a mão em algum aspecto da vida em que precisamos de mais de espaço ou acolhimento. É terrível admitir, mas eles fizeram o possível e isso, em grande parte, é menos do que acreditamos precisar.
Como filhos, inexperientes da vida, idealizamos nossas ações como se fôssemos capazes de tomar melhores atitudes no lugar de nossos pais. Nos imaginamos na pele deles em situações de crise ou pressão, julgamos que agiríamos de maneira magistral e esquecemos que somos possuídos da mesma pequenez e confusão que eles.
Os filhos também tem o dom de assumir as dores de um dos pais que supostamente foi prejudicado pelo outro, é bem comum os homens defenderem a mãe das vilezas sexuais do pai. Com isso, se colocam na posição de pequenos homens perfeitos que jamais fariam com uma donzela, como a nossa mãe, o que o pai fez. Nessa manobra não é incomum surgir uma percepção 100% negativa dele e uma rejeição a todos os atributos que o definam. E tudo o que lembrar em você algo parecido com pai é imediatamente repudiado e reprimido.
O problema é que a relação não é sua, você talvez nem tivesse nascido no dia do casamento deles e sequer foi chamado como conselheiro matrimonial. Essa bomba já existia antes de você entender o seu nome. Respeite esse limite, concordando ou não, afinal o mundo não precisa parar enquanto aguarda passar pela sua alfândega moral.
O que quero dizer, Jazz, é que seja lá o que seu pai tenha feito com sua mãe, não cabe a você julgar.
O que ele faz a você certamente é um tipo de retaliação sutil pelo seu olhar de julgamento. Na hora que ele investiga sua vida quer mostrar quem está no controle de verdade, como um cachorro que reivindica seu espaço. Entenda, você veio depois e é você que precisa olhar com um pouco mais de humildade para a história deles e respeitar cada ponto que viveram. Ninguém consegue arbitrar com neutralidade sobre os pactos estranhos que os outros fazem. Seus pais fizeram o deles, você fará os seus. Portanto, se desligue disso.
A intimidade cria uma bolha de projeção
Há um outro fator pouco comentado: a intimidade parece sustentar uma sensação de garantia incondicional para aquilo que temos de pior. Os estranhos ganham carícias, pois não temos a certeza da bem querência e reciprocidade. Com isso, eles ganham nossos gestos mais cuidadosos, enquanto aqueles que estão trancados no nosso cativeiro amoroso recebem todo o tipo de chibatada emocional.
Para quem pode fugir adocicamos a boca, para os nativos deixamos as farpas. Nessa bolha, com nossos íntimos, ignoramos o fato de que ali passaremos a maior parte do tempo de nossas vidas. Deveria ser lá que dedicaríamos as manobras emocionais mais delicadas, sofisticadas e pensadas, pois é lá que o relacionamento tende a se desgastar com mais facilidade.
Fazemos o oposto, queimamos toda a gasolina logo de cara e ficamos sem combustível para os dias difíceis. O resultado é desastroso, pois nos dias em que precisamos de mais suporte e aceitação elas já estão fartas de nossos desequilíbrios.
Cabe a você mudar essa dinâmica, aceitando que a outra pessoa tem a preferência pelo espaço ou criar forças para bater asas e voar. Nesse seu caso, a mágoa e julgamento velado pioram a situação. Sua grosseria dedicada aos que ama parece ser uma reação defensiva, típica de quem precisa e quer amor, mas se sente humilhado diante dessa necessidade. Certamente, não é a representação do que você tem guardado de mais precioso, mas é o que tem escolhido dedicar. Logo, tem responsabilidade por isso, não importa o motivo alegado.
No seu lugar eu pensaria muito bem se não vale a pena colocar todo o seu auto-controle no esforço de domar esse impulso de ferroar aqueles que o amam. Parece que você já teve muito amargor pelo caminho para seguir perpetuando novas agressões na sua coleção familiar.
Por: Frederico Mattos
Papo de Homem: Amo minha namorada, mas não consigo parar de trair
19.1.15
Postado por Unknown

"Fred,Adoro sua coluna, ela já me ajudou muitas vezes e sinto que em alguns textos você já chegou a abordar coisas próximas do que vou relatar. De qualquer forma, depois de muito ler, ainda não consegui encontrar a resposta que estou procurando.Há cerca de 1 ano, comecei a ficar com ela. Foi um tempo muito bom, eu estava apaixonado, não tivemos maiores problemas. Vale dizer que não temos problemas sexuais, transamos regularmente e é sempre bom. Eu até fiquei com uma mulher uma vez, mas sem sexo. Contei pra ela e tudo bem, ela entendeu, afinal, não tínhamos selado nenhum compromisso.Mas depois, ela queria namorar e eu aceitei. De lá pra cá, as coisas mudaram muito pra mim. Eu, que não tinha maiores pretensões de pegar ninguém, virei um caçador. Não consigo deixar de querer transar com várias mulheres que vejo na rua ou com quem converso. Minha cabeça só pensa em sexo. E o pior: fiquei bom nisso.Tenho dois casos regulares além da minha namorada e volta e meia acabo transando com alguém, coisa de uma noite só. Uma delas sabe que estou namorando, a outra não.Quando estamos trocando mensagens e marcando as transas, penso o tempo inteiro na minha namorada, mas fico muito excitado, ao ponto de não conseguir resistir.Entre escapadas e paranoias, me preocupo muito com o que minha namorada vai sentir se descobrir. Mais do que isso, eu mesmo fico muito mal todas as vezes que encontro com as outras.Amo minha namorada, mas não consigo parar de trair. Isso está me deixando maluco por dentro. Sofro muito, de chorar às vezes, por não conseguir resistir a esse impulso. Ninguém sabe dessa minha vida alternativa, não tenho com quem desabafar.Teria como me ajudar?Desde já, agradeço,K.,"
Olá K..
Esse tema é tão polêmico e antigo que corro o risco de cometer algum tipo de engano fundamental em não atingir completamente sua resposta, já que não vou restringi-la a você.
Os insaciáveis e os contidos
No que se refere aos desejos sexuais, poderíamos dividir as pessoas em dois tipos: as que alimentam os desejos de forma inadiável e as que treinam o adiamento dos desejos.
Ambos precisam lidar com uma consequência positiva e negativa, afinal, vivemos num mundo ambíguo que estimula os desejos, mas ao mesmo tempo condena sua plena realização, para preservar uma dose de convivência mínima e até imperativos biológicos ancestrais.
Na arte de gerenciar os próprios apetites, seja com ou sem adiamento, existem manobras saudáveis ou doentias. No caso saudável, ocorre uma capacidade de se saciar sem exageros. O apreço pela qualidade é suficiente para reciclar a vontade.
Existem maneiras doentias de repressão dos próprios instintos. Em geral, passam por uma castração moral irrefletida que abafa, aniquila, frustra e adoece o sujeito. Não raro os moralistas representam esse segundo grupo, que precisa de regras muito duras – sobre si e os outros – para garantir que impulsos indomáveis fiquem bem presos na gaiola.
No outro time, dos que não se contém, existe quem saudável e filosoficamente sente que a liberação dos desejos é um ato de abertura pessoal e busca a saciabilidade sexual na diversidade de parceiros. Eles precisam se contrapor a uma cultura que se opõe radicalmente à não-monogamia, mas depois, quando encontram os seus pares ideológicos, tendem a ficar satisfeitos, ainda que lamentando não existir mais gente no mesmo barco.
Há, finalmente, aqueles que buscam a realização de seus desejos como expressão de um mal-estar interno e, na cama, como em outras esferas da vida, seguem como crianças insaciáveis, incapazes de se restringir por pura inconsciência do que desejam de fato. É como se o sexo fosse sua salvação, já que outros prazeres humanos estariam amordaçados por certa covardia. Por isso, buscam a realização compulsória de suas vontades quase como se fossem domesticados pelos seus desejos e não o contrário. Acreditam que isso é uma escolha mas, na verdade, já não sentem liberdade diante de si mesmas.
Trair é uma questão de caráter?
Na questão da fidelidade, o que ocorre é um acordo – nem sempre claro – de exclusividade sexual e/ou amorosa, restringindo os impulsos emocionais e sexuais que poderiam culminar numa traição. O grande impasse é que nos relacionamentos não há clareza sobre os motivos pelos quais a fidelidade é exigida e também não é claro o tipo de manobra a ser feita para administrar a frustração de certos desejos.
Então, K., não sei se eu poderia afirmar que trair está ligado à falta de caráter. Essa firmeza moral tem um elemento de escolha consciente mas, no caso desse último grupo, dos compulsivos (que a cultura machista entende como natural no homem), a sensação de escolha é superficial. De resto, o que rege são forças obscuras.
A compulsividade por sexo, doce, pular de pára-quedas, falar sem pensar, ou qualquer outra coisa do gênero, em muitos casos, pode ser simplesmente resultado de uma vida mal-sucedida que se anestesia em qualquer tipo de satisfação imediata. A compulsão está sempre na incapacidade efetiva para a recusa. O sujeito pode até querer não querer, mas na verdade não está habilitado para conter a si mesmo. Ou seja, precisa de treino emocional.
Dificuldade em sacrificar os desejos
O ponto é que você se dispôs a namorar alguém que consegue adiar os seus desejos e escolheu ter pleno controle sobre como canalizá-los. Acordos são acordos, há sempre uma privação mútua, um preço a ser pago e uma dose de angústia própria da convivência humana. Há quem queira pagar e há quem não queira.
A felicidade não parece ter a ver com conquistar tudo e realizar todos os seus desejos, mas sim com conseguir escolher, entre aqueles que estão disponíveis, quais tem mais profundidade e são duradouros.
Vivemos uma geração que vê na privação pessoal uma ofensa ou um fracasso. Você promete algo que sabe de antemão que não vai entregar e, mesmo assim, segue forçando a barra. A escolha de se relacionar com mais de uma pessoa, no seu caso, pode estar relacionada a algum tipo de imperativo que você não se dispôs a encarar de verdade. Porém, a escolha de namorar uma mulher que está em desacordo com sua postura e de sacrificar o benefício da monogamia – sendo que você não pode ou não quer oferecer isso – é sua.
A rotina sexual costuma ser uma desculpa para quem não quer se descobrir e desvendar a imensidão do relacionamento e do sexo. De modo geral, somos preguiçosos e não queremos nos colocar de formas diferentes para variar nosso movimento interno. Esperamos que um novo objeto de consumo nos faça olhar a vida de um jeito diferente. Isso pode até ser considerada uma pobreza de perspectiva.
Portanto, K., existe menos um problema moral em si, mas só um desajuste de motivações. Você não é obrigado a se relacionar com uma mulher só e ela não é obrigada a se relacionar com um homem que deseja isso. Então, se a posição de ambos é definitiva, o que se deve sacrificar é o relacionamento em benefício do desejo individual.
Mas será que você realmente quer escolher isso? Se você é do tipo de pessoa que quer tudo e tende a privilegiar só as suas vontades em detrimento dos outros, é provável que não. Sinto dizer, de coração, mas é certo que você ainda vai chorar muito por não fazer suas escolhas.
* * *
Nota: A coluna não é terapia (que deve ser buscada em situações mais delicadas), mas um apoio, um incentivo, um caminho, uma provocação, um aconselhamento, uma proposta. Não espere precisão cirúrgica e não me condene por generalizações. Sua vida não pode ser resumida em algumas linhas, e minha resposta não abrangerá tudo.
A ideia é que possamos nos comunicar a partir de uma dimensão livre, de ferocidade saudável. Não enrole ou justifique desnecessariamente, apenas relate sua questão da forma mais honesta possível.
Por: Frederico Mattos
Papo de Homem: Minha namorada é linda, mas perdi o tesão
12.1.15
Postado por Unknown

Estou passando por um problema que acredito que muitos caras passam ou já passaram, mas poucos decidem falar sobre.
Tenho uma namorada há quase quatro anos, ambos temos 25 anos de idade e, no geral, somos muito felizes juntos. Algo, no entanto, vem prejudicando muito nosso relacionamento no último ano: sinto pouca vontade de transar com ela.
Somos um casal que chama muita atenção visualmente. Ela não deixa nada a desejar, está sempre linda, perfumada, malhada. Não consigo nem ter coragem de conversar com meus amigos a respeito, pois acredito que eles não entenderiam como eu não sinto vontade de transar com uma mulher maravilhosa.
Nos últimos 20 meses, mais ou menos, tenho visto uma contínua diminuição no meu tesão pela minha namorada, mas só por ela. Ainda sinto vontade de transar com outras mulheres, inclusive muito menos atraentes que a minha namorada. Ela vem percebendo essa queda no meu interesse, por mais que eu tente disfarçar e me forçar a transar. E ela não é ruim de cama, muito pelo contrário, é uma delícia.
Ah, talvez seja importante acrescentar que nós moramos juntos faz mais de 2 anos. Não somos casados no papel, mas fazemos tudo como se fossemos. Somos um casal de mente aberta, acredito eu. Conversamos abertamente sobre nossos problemas. Recentemente decidi falar com ela sobre a possibilidade de um relacionamento aberto, ela prometeu pensar melhor a respeito. Foi a única solução que consegui pensar para não ter que trai-la.
Sinto que se continuarmos assim, o relacionamento irá terminar. Algo precisa mudar. Quero que ela esteja satisfeita, mas também quero estar satisfeito.
Alguma dica?
Abraços
E.R.
Olá E.R,
Sua pergunta é ótima, afinal com ela poderei ampliar o olhar para o desejo como um todo e em especial como nossa cultura condiciona e restringe o olhar masculino sobre o sexo.
O tesão nasce na cabeça
Você já deu uma pista importante e pouco comentada entre as pessoas: "eles não entenderiam como eu não sinto vontade de transar com uma mulher maravilhosa".Ou seja: o desejo e a excitação não são atos meramente físicos ou uma inquietação que surge de um olhar visualmente atrativo.
"Ela é linda e gostosa e mesmo assim o desejo não surge". Isso quer dizer que existe algo mais nos bastidores do desejo que ignoramos, ainda que superficialmente um corpo atraente possa ser a chama inicial que ativa a imaginação.
O tesão, longe de ser uma substância física, é essencialmente psicológico. O fato é que mesmo usando Viagra, sem nenhum suporte de uma mente que deseja, a coisa não acontece. O nosso desejo surge de uma expectativa de prazer que promete uma experiência pessoal de empoderamento, vitalidade e porque não dizer, de transcendência. Quando olhamos uma guria, nossos olhos não brilham apenas pelo decote ou as coxas que nos apontam para a expectativa de penetração e orgasmo, mas sim para o sentimento de sermos desejados e nos sentirmos mais vivos.
E não é qualquer troca que ocasiona essas sensações, mas uma que surja de uma garota que se mostra vívida diante de nós, que provoque sensações mais obscuras ou puras, mas que de qualquer forma incite uma dimensão inexplorada da vida. Caso contrário, a masturbação seria o suficiente. Queremos nos sentir vivos ao lado de alguém que está vivo. É nessa sinergia que parece haver algum descompasso entre vocês.
Se o desejo é bilateral, ou seja, desejamos o tesão do outro por nós, então fica a pergunta, onde nós mesmos nos esforçamos para sustentar o desejo da outra pessoa em nossa vida?
Abrir o relacionamento como solução
Então, seria uma solução abrir o relacionamento para mais participantes? A resposta clichê e até um pouco canibalista recomendaria trocar de parceiro na esperança de que a novidade possa reaquecer o desejo. Mas essa pode ser uma postura que subestima a real capacidade que uma pessoa tem em mergulhar no seu desejo. Ele, o desejo, não precisa de novos objetos para se estimular, mas de novas perspectivas, ou seja, tocar anseios ocultos na sua mente, independente da variação da matéria-prima: a pessoa.
Já ouvi, nesse sentido, uma comparação, como se comer o mesmo prato de comida todo dia que levasse à exaustão do desejo. Como se a pessoa desejante pudesse ser dissociada do objeto de desejo e como se fosse possível comparar uma personalidade humana multifacetada com um prato de comida. O grande engano é: no momento em que o desejo acaba, apontamos para o alvo e dizemos "naquela pessoa o desejo acabou" e não "eu não consigo sustentar o desejo por algo que já conheço e preciso de algo novo para me excitar outra vez".
Ainda que em algum momento abrir o relacionamento parecesse solucionar a questão, o ponto chave não estaria solucionado, pois seu desejo poderia novamente se entediar com o terceiro, quarto ou quinto elemento numa sucessão de fastio emocional.
Esse talvez seja o grande impasse por trás do tédio, pois ignoramos que é o olho entediado que carece de autorrenovação antes de cair no atalho de pular de novidade em novidade, sem de fato se renovar.
Se essa questão fica clara, então o modelo aberto, fechado ou qualquer variável não se torna a solução (ou um novo problema), mas apenas um estilo de vida.
O grande impasse não é você ter tudo o que quer, mas saber querer tudo o que tem.
O que abre o "apetite" sexual?
Como já disse, os homens são condicionados a ativar seu tesão só visualmente, com pobreza de imaginação e uma limitação bem grande de desenvolver narrativas autoestimulantes mais complexas. É como se só conseguisse se excitar com uma vagina (pelo que ela produz de gozo) e não com toda a pessoa e contexto que a compõe.
Quando o relacionamento vai avançando na intimidade, muitos homens não conseguem fazer movimentos complexos de reconquista. Ou seja, só souberam impressionar a garota enquanto ela ainda não os conhecia completamente e podiam idealizar. Depois que suas vulnerabilidades são reveladas no convívio, aquele senso de grandeza dos primeiros 100 dias de relacionamento desaparece. Não educamos a nossa mente para se excitar pelo que realmente somos: incompletos e falíveis.
Esse ciclo de pouco estímulo cria uma areia movediça para o casal que reforça o distanciamento baseado na falsa crença de que tesão mesmo só pode ser de pele e intenso. Nessa fase, ambos evitam qualquer situação que os coloque em "risco" de maior intimidade sexual, nem beijo na boca rola.
Daí se revela a dor de aprofundar o desejo sob o risco de sair do conforto da estética e seguir em dimensões inexploradas da personalidade. O casal permanece fixado em visões conservadoras e começam a negar fogo para as ousadias. A vida parece não potencializar mais uma admiração mútua e, assim, ficam tentados a abandonar o barco por pura inabilidade de ativar o outro em profundidade.
Mas o que fazer na prática?
Incentivar um outro tipo de conexão, propor uma interação mais sofisticada que iniba a pressa pelo sexo em si, a penetração e o orgasmo. O script padrão precisa ser alterado para que vocês percebam uma dimensão sutil e ainda mais potente entre vocês. No que se refere ao contato usual vocês já "bateram a meta", agora há um desafio sem roteiros pré-definidos. Para isso você, E.R., precisa entender que talvez haja um descaso sutil da sua parte e tomar a dianteira para esse aprofundamento.
Nessa nova fase o sexo passa a ser só um pretexto para uma conexão mais profunda e não o resultado final, sua segunda intenção não é transar, mas ganhar intimidade com a pessoa e ampliar o leque de comunhão emocional.
O tesão pode ressurgir a partir da coragem de ambos se redescobrirem como pessoas, afinal, o sexo não deveria ser a única medida se o relacionamento vai bem.
Lembre, E.R., o sexo começa muito antes da cama e termina muito tempo depois, uma coisa não pode ser dissociada da outra para ser bem compreendida e vivida.
Agora nos comentários cada um pode dizer o que já tentou na prática e que funcionou como reativador dessa profundidade em casal.
* * *
Nota: A coluna ID não é terapia (que deve ser buscada em situações mais delicadas), mas um apoio, um incentivo, um caminho, uma provocação, um aconselhamento, uma proposta. Não espere precisão cirúrgica e não me condene por generalizações. Sua vida não pode ser resumida em algumas linhas, e minha resposta não abrangerá tudo.
A ideia é que possamos nos comunicar a partir de uma dimensão livre, de ferocidade saudável. Não enrole ou justifique desnecessariamente, apenas relate sua questão da forma mais honesta possível.
Por: Frederico Mattos
Papo de Homem: Conhecer parceiros sexuais na internet pode não ser uma boa ideia
25.3.13
Postado por Unknown

Navegando pelo G1 me deparei com a seguinte notícia: Mulher é presa após ‘sequestrar’ internauta que negou sexo a ela. Não resisti, vou ter que escrever um post sobre o assunto, vamos analisar um pouco o que aconteceu com o Sr. Sem Nome e a baleia orca que ele encontrou na internet.
Vamos prestar atenção primeiramente à esse parágrafo:
O homem de 43 anos da cidade de Lille, no norte da França, cujo nome não foi divulgado pela polícia francesa, conheceu pela Internet na noite do último domingo uma mulher de cerca de 50 anos, que dizia se chamar Irène.
Mas o homem, que esperava encontrar “uma mulher sexy na faixa de 50 anos”, se decepcionou totalmente com a aparência física dela – que tem baixa estatura e problemas de excesso de peso, escreve o “Le Parisien”.
Sério, esse senhor internauta só pode ter problema de diarréia no cérebro, ele realmente esperava encontrar uma mulher SEXY de 50 anos? Na internet? Apontando para o óbvio, aposto que um dos menores problemas desmotivadores sexuais na mulher seja o seu singelo peso de 235Kg.
Eu sinceramente, não consigo ver lógica alguma, a única forma de uma mulher de 50 anos ainda ser comível seria o fato de ela ser milhionária a ponto de aplicar dezenas de botox e fazer milhares de plásticas todas as semanas.
Queridos leitores e amigos, se por algum motivo, vocês forem suficientemente animais a ponto de procurar uma transa em uma sala de bate-papo, ao invés de um bar, festa, rave, churrasco dos amigos ou até mesmo um puteiro, por favor, só frequente salas de bate-papo cujo nome seja:
18 a 20 anos, sexo grupal com várias mulheres.
18 a 20 anos, 5 mulheres procurando um homem qualquer, pode ser feio igualzinho você.
18 aninhos, queremos trepar, proibido tilangas.
Sexo sem compromisso entre pessoas bonitas e magras.
E claro, você não vai achar mulher bonita em nenhuma delas.
Que Deus tenha piedade de suas almas.
Papo de Homem: Sexo no primeiro encontro
18.3.13
Postado por Unknown

Esse é um grande paradigma entre as mulheres, então vamos desmistificar isso:
Todos gostamos de sexo, certo? Então qual problema?
É tudo uma questão de “feeling”, sinta a situação, sinta o clima e principalmente sinta se você realmente está a fim. Se está a fim, por que não fazer?
Medo de te acharem “fácil”? Entendo… (Para você dar continuidade a esse texto acho legal antes você ler esse outro texto sobre: “O que realmente é uma mulher difícil?”
Então vou lhe dizer que tudo isso depende muito do cara com que você sai. Você pode muito bem ficar com um cara, fazer de TUDO e ele simplesmente te adorar, te achar companheira, inteligente e entender que rolou pois estava gostoso para os dois, como você pode ficar com um cara babaca que pode te achar super safada pelo simples fato de não ter feito nada com ele.
Sei também que às vezes pode estar tudo indo perfeitamente e do nada ele sumir, nisso só posso te dizer uma coisa: acontece e de forma alguma você deve sentir-se culpada por isso. Não tente achar explicações concretas, até porque não irá resolver em nada além de criar paranoias na sua cabeça.
Aproveitando o ensejo vou lhe dar uma dica, nunca pense: “Ah, se eu não tivesse feito isso talvez ele tivesse me ligado” – “Ah, se eu tivesse me guardado mais um pouco a gente estaria junto” não podemos ser muito meticulosos quando o assunto for: fazer algo que gostamos porque estávamos com vontade.
Na maioria das vezes a mulher que dá abertura para querer finalizar a noite de uma forma “diferente”, então se você não quer que aconteça, não provoque, imponha seus limites e mantenha essa postura até o fim. Isso é importantíssimo para qualquer um te valorizar e respeitar.
Como eu sempre digo, não venha esfregar a lâmpada se você não quer ver o gênio!
Acredito que quanto mais velhos ficamos mais simplificamos as coisas, diminuímos os joguinhos e vamos logo ao ponto final. Às vezes você sabe que será só por uma noite, então por que não curtir? Em alguns casos precisamos deixar o corpo falar e não deixar de fazer algo que nos faz bem por valores morais.
Sabe, nesses casos as pessoas precisam ser equivalentes, duas pessoas legais que sabem que fizeram isso pois estavam no clima. Esse é o espírito.
Na minha opinião o maior erro de vocês é imaginar o que nós estamos imaginando. Tirar conclusões do que aconteceu sem saber o que realmente aconteceu. Façam o que vocês querem, para vocês não dormirem com peso na consciência, nós gostarmos ou não é consequência.
Por fim só existe uma resposta para isso tudo: química.
Papo de Homem: “Me apaixono fácil”
11.3.13
Postado por Unknown

Já recebi centenas de emails e recados no Facebook de garotas me questionando algo mais ou menos assim: “me apaixonei pelo fulano logo que o vi, depois ele não quis mais nada comigo e acho os homens uns covardes, a gente abre o jogo e eles brincam com o nosso coração, não acompanham o nosso ritmo!” Em outras palavras são pessoas que se apaixonam fácil.
Acho bem estranho quando isso acontece, pois é como se um vendedor batesse na porta de casa achando que o produto que ele tem para oferecer é a coisa mais legal do mundo e se eu rejeito (não sou obrigado a comprar) ele fica magoado, afinal tinha adorado a ideia que eu ficasse com o produto.
Não quero comparar pessoas com produtos, mas não te parece estranho o “amor” a primeira vista?
O amor é um companheirismo que se constrói ao longo de um tempo e vai sendo tecido delicadamente como aquelas rendeiras antigas que cruzam fio após fio até chegar em longos panos lindos.
Confundimos tesão, paixão , carência, angústia e inveja (travestida de admiração fanática) por amor. Amor é algo que acontece com duas pessoas reais que trocam experiências, vivências e que vão lentamente se encaixando em torno de uma história. Falamos “eu te amo” só para expressar uma intenção, uma perspectiva, mas cá entre nós, não é amor.
Portanto, quando uma mulher (ou homem) diz que se apaixona fácil e se decepciona na mesma medida ela precisa de cuidados emocionais e não um parceiro amoroso. Caso alguém caia no conto do vigário sofrerá nas mãos de uma pessoa aflita, carente e que vai depositar desastrosamente a responsabilidade da sua felicidade na mão de alguém.
Em essência essa pessoa que sofre de apaixonite crônica vai quebrar a cara muitas vezes, e é a até bom que quebre para ver se consegue olhar as pessoas para além do próprio espelho de seus desejos insaciáveis.
Conselho? Menos ego e mais amor antes de fazer apostas tão altas na hora da paquera.
Papo de Homem: Os tipos de sexo
4.3.13
Postado por Unknown

Provavelmente não há assunto que nós homens mais gostamos de falar do que sobre sexo. Churrascos, mesas de bares, durante uma final da Champion’s League no PS3 ou na “pelada” no final de semana.
Para as moças mais santinhas e que não suportam um linguajar mais deturpado aconselho-as a parar por aqui (depois não diga que não avisei), mas para quem deseja saber um pouco mais a fundo a mentalidade masculina tratando-se de sexo, o conteúdo a seguir poderá expandir seus horizontes de conhecimento.
Para os homens, atos sexuais podem ser definidos em três categorias básicas. O que difere elas é o grau de devassidão, conforme veremos a seguir:
A primeira categoria é “Fazer Amor”. Provavelmente é nessa categoria que meninas que tiveram 9 entre 10 festas de aniversário com temas de princesa da Disney acham que irão passar sua vida sexual.
Diversos fatores levam em conta o ato de “Fazer Amor”, a maioria de cunho restritivo. Para começar, é impossível fazer amor com temperaturas superiores a 30 graus Celsius, afinal ninguém faz amor suando. Da mesma forma com que as pessoas não fazem amor após tomarem um shot de tequila, pelo menos um espumante ou vinho devem ser a bebida que antecede ao ato. Se a mulher usar uma lingerie de oncinha com um Corselet esmagando os peitos no estilo Paula Fernandes também já descartam a possibilidade de fazer amor. O local e som são muito importantes, afinal de contas ninguém consegue fazer amor no banco traseiro de um carro ouvindo Swedish House Mafia.
O mais óbvio não poderia faltar e deixo para o final. Ninguém faz amor com alguém que não ama. E quando digo amar, é amor de verdade, e não aquele “eu te amo” calhorda que alguns homens falam na esperança de haver uma portinha dos fundos no segundo tempo. Aliás, fazer amor e sexo anal não combinam, salvo raríssimas exceções se falarmos de relações homossexuais masculinas.
Como podemos notar, fazer amor é algo muito restritivo e qualquer violação já transforma na segunda categoria que é “Transar”.
Transar é onde 80% da população se encontram e aí já temos menos preocupações. Brinquedos sexuais são permitidos, a lingerie ganha grande relevância. Eu não preciso me aprofundar muito, pois o transar é abrangente. Talvez a melhor forma de explicar o transar, seja diferenciando-o da terceira categoria, o “Foder”.
Agora chegamos ao momento mais crítico, quando sabemos que passamos do simples transar e estamos fodendo? Como eu disse lá em cima, o grau de devassidão irá ditar onde se encontra a linha que divide a transa da foda.
Para início, pense no número de pessoas envolvidas. Duas pessoas transam, se um ménage a trois está rolando, parabéns, você está fodendo. Pensando no ato em si, alguns fatores podem mostrar a tênue linha. Se dois dedos são utilizados nas preliminares, estamos transando, e conforme mais dedos são adicionados aumentamos exponencialmente o grau de foda.
Sexo anal ao final é transa, se já rolou na preliminar é foda. Um tapinha na bunda pode caracterizar uma transa, no rosto é foda.
Alguns casais tiram fotos nuas no ato, isso pode até ser considerado uma transa dependendo de quão liberal e devasso você seja, mas se for filmado no celular já passa a ser uma foda quase que unânime.
Como vocês podem notar, podemos introduzir inúmeras variáveis para caracterizar cada ato, fica apenas a critério de cada um, embora os exemplos apresentados já deem boa base para sabermos diferenciar.
No final das contas não importa muito em que categoria você está praticando, até mesmo porque é possível praticar todas elas e continuar sendo você mesma. O importante é fazer com segurança, sentir-se bem consigo mesma e sem arrependimentos.
Papo de Homem: Que tal acender a luz?
25.2.13
Postado por Unknown

Há quem diga que a calcinha bege é o que há de mais brochante na hora H. Em um dia desses, procurando pautas para o blog em bate-papos com os colegas, me deparei com outro item da lista de elementos corta- tesão: transar de luz apagada. “Quando uma garota faz isso, tenho a impressão de que ela acha que só estou ali pelo corpo dela. Parece que se eu encontrar uma gordurinha, vou largá-la ali mesmo ou dizer podemos continuar, mas por favor, cobre isso com o lençol. Se eu estou ali com ela é porque tenho vontade”, disse um amigo.
Sou mulher e obviamente sei o que leva minhas companheiras de classe a agir desta maneira. Vivemos em uma era de tantas siliconadas gostosonas que aquelas que não se enquadram neste padrão por estarem acima ou abaixo do suposto peso ideal ficam inseguras de mostrar suas curvas em alta definição, sem direito a Photoshop. No entanto, confesso que nunca compreendi a lógica de trocar carícias muito íntimas, fazer provocações picantes ao pé do ouvido e realizar várias fantasias às cegas, ignorando que a cada beijo, pegada, palmada, ou seja lá o que for, o nosso parceiro também vê o nosso corpo.
Sophia Loren certa vez disse que “sex appeal é 50% o que você tem e 50% o que as pessoas acham que você tem” e eu concordo com ela. Acredito que se várias mulheres deixassem seus grilos de lado e começassem a olhar seu corpo de forma positiva, ficariam mais relaxadas, bonitas, bem-humoradas e arriscariam mais a dois. Nem preciso dizer que, consequentemente ficariam muito mais atraentes e satisfeitas na cama por experimentarem uma entrega muito maior ao momento.
Dizem que os homens dão muito mais importância a este caráter visual da transa do que as mulheres, mas tenho lá minhas dúvidas. Sei que há quem julgue que transar de luz acesa é menos aconchegante e romântico, mas garanto que pode ser sexy e estimulante justamente por permitir observar uma série de detalhes delicados, bonitos e excitantes: aquela mordidinha no lábio, os olhares com gosto de quero isso e muito mais, aquele sorriso de cumplicidade que surge quando menos se espera e por aí vai.
Finalizo meu texto da semana, indicando uma música que tem tudo a ver com o convite do título: Your body is a wonderland, do John Mayer. Vale a pena usá-la de trilha sonora para uma viagem a dois a uma terra de maravilhas, que seja feita, sem hora para acabar.
Papo de Homem: Cerveja deixa homens mais inteligentes
18.2.13
Postado por Unknown

Já dizia o cantor pernambucano Chico Science. “Uma cerveja antes do almoço é muito bom para ficar pensando melhor”. Uma pesquisa feita pela Universidade de Illinois, em Chicago, parece comprovar uma parte do verso da música citada acima. Independente da hora do dia, homens que bebem cerveja ficam mais inteligentes.
Os pesquisadores descobriram que, após ingerir algumas cervejas, os homens conseguiram resolver mais jogos de quebra-cabeças, e mais rápido, do que seus oponentes sóbrios, segundo o NY Daily News.
Papo de Homem: Era uma vez…
11.2.13
Postado por Unknown

Um conto onde uma mulher da alta sociedade, extremamente preconceituosa e desagradável, com tendencias nazistas, assassina, tenta assassinar e sequestrar dezenas de pessoas…
Do outro lado, uma mulher humilde, batalhadora, que fica milionária por acaso. Sempre ajudando todo mundo, um anjo na Terra.
No fim da novela, a assassina acaba a última cena da trama fugindo, e dando risadas da outra mulher, a batalhadora, que com uma chave de fenda na mão, persegue o carro da primeira.
Mensagem nada subliminar: Quem tem berço pode fazer o que quiser, maldades, tudo que estiver ao seu alcance para satisfazer seus objetivos pessoais. No fim, dará risada de tudo e não pagará por seus crimes.
Mensagem nada subliminar 2: Quem vem da pobreza pode ganhar rios de dinheiro, mas sem “berço”, será sempre uma “pobretona, sem classe ou educação”, fadada a ser humilhada por que tem “classe”.
Filme de terror? Comédia?
Não, novela das oito.
Parabéns TV Globo, desta vez você se superou.
No fim da novela, a assassina acaba a última cena da trama fugindo, e dando risadas da outra mulher, a batalhadora, que com uma chave de fenda na mão, persegue o carro da primeira.
Mensagem nada subliminar: Quem tem berço pode fazer o que quiser, maldades, tudo que estiver ao seu alcance para satisfazer seus objetivos pessoais. No fim, dará risada de tudo e não pagará por seus crimes.
Mensagem nada subliminar 2: Quem vem da pobreza pode ganhar rios de dinheiro, mas sem “berço”, será sempre uma “pobretona, sem classe ou educação”, fadada a ser humilhada por que tem “classe”.
Filme de terror? Comédia?
Não, novela das oito.
Parabéns TV Globo, desta vez você se superou.
“Acostumados com o poder, manipulando mentes….
Fique sabendo, cumpádi, comigo é diferente…”
Fique sabendo, cumpádi, comigo é diferente…”
Papo de Homem:Vamos embebedar as mulheres
4.2.13
Postado por Unknown
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Achar as pessoas mais bonitas e legais após alguns copos de cerveja é um fenômeno bastante associado aos homens. No entanto, as mulheres também se mostraram propensas a serem enganadas. Cientistas descobriram que o julgamento das mulheres foi muito mais obscurecido pelo álcool. As informações são do Daily Mail.
Os pesquisadores descobriram que as mulheres são mais afetadas pelos “óculos de cerveja” do que os homens. Cientistas da Roehampton University, de Londres, investigaram o comportamento de mais de 100 homens e mulheres.
Alguns fizeram os testes após beber uma dose de vodca com tônica. Outros receberam uma bebida não alcoólica com sabor semelhante. O teste se consistiu em as pessoas dizerem se acreditavam que um rosto era simétrico ou não, a partir de fotografias.
Os homens e mulheres que ingeriram vodca acharam mais difícil de dizer se um rosto era simétrico do que aqueles que tomaram a bebida não alcoólica. O pesquisador Lewis Halsey disse que “as pessoas que beberam vodca tenderam a serem menos boas em perceber um rosto assimétrico”. Com as mulheres, o resultado foi ainda mais perceptível.
Papo de Homem: Por que nós homens preferimos filmes de ação?
28.1.13
Postado por Unknown

Por que nós homens preferimos filmes de ação?
E o velho dilema instalado entre as famílias cinéfilas é a decisão do que assistir quando vão juntos ao cinema. As mulheres comumente preferem os filmes de romance ou que tenham aquele galã famoso, nós homens preferimos mais os de ação (sangrento na maioria das vezes), existe até os que preferem de ficção científica e os de terror, mas como o título deste artigo diz irei fazer uma análise de: Por que nós homens preferimos filmes de ação? (quem vê parece que é um grande mistério)
O primeiro motivo quando você vai ler um livro ou assistir um filme é se aventurar, então o gênero ação trás isso sempre, você pode se imaginar no lugar do protagonista, tendo lutas mortais com ninjas formados e centenas de lutas (exagero. Ok? Só pra dar impacto), pular de prédios sem pára-quedas e sair vivo e é claro salvar a mocinha (isso deve ser o único lado romântico do gênero) e no final tudo dar certo. Sendo que esses acontecimentos dos filmes não podem ser vivido na sociedade atual cheia de limitações pela urbanização (stress, transito e etc), também é claro que na vida real nem tudo dá certo.
Agora vão me dizer que vocês mulheres nunca foram ver um filme só de ouvir o nome de um ator no elenco? Nós também! Um exemplo pessoal é de ter ido ver o filme O Turista só por saber que a maravilhosa e talentosa Angelina Jolie estava no elenco, como também é claro pra os mais nerd como eu, ir ver Santuário só pelo nome de James Cameron na produção, e é claro se decepcionar.
Como no parágrafo anterior, de às vezes irmos só pelos nomes que compõem a obra, preciso dar uma ressalva: é claro que para mim, como blogueiro, acho que o roteiro dos filmes de ação não é muito propenso a grandes erros e clichês como a maioria dos gêneros.
Vocês mulheres, ser magnífico criado por Deus, principalmente as leitoras (acho que deve ser o principal público daqui, também devo me lembrar que o tema do artigo era outro!), tenham paciência com os seus filhos, maridos, namorados e amigos quando forem ao cinema, pelo menos uma vez na vida ceda a nossa vontade pelo gênero de filme a ser assistido, pois vale lembrar que “quase sempre” cedemos as suas vontades.
Quero pedir desculpa se ofendi, mas só mostrei as minhas ideias. Aproveito e agradeço a todos que leram até aqui e a oportunidade dada pelo blog de colaborar para está coluna, se alguém quiser fazer algum artigo que rebata as minhas ideias eu acharia isso genial e também pra quem quer que eu continue escrevendo algumas vezes aqui, façam os seu pedidos no comentário e deixem algum assusto que queiram que eu comente. Obrigado!
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